Um marco muito importante no crescimento da criança é a retirada das fraldas. É uma pequena mudança, mas muito complexa. Ela revela um processo relacional. Não basta apenas o desejo do adulto em querer que a criança deixe as fraldas. Eles são fundamentais, mas quem deve sustentar cada uma das etapas do processo de desfraldamento, […]

Um marco muito importante no crescimento da criança é a retirada das fraldas. É uma pequena mudança, mas muito complexa. Ela revela um processo relacional. Não basta apenas o desejo do adulto em querer que a criança deixe as fraldas. Eles são fundamentais, mas quem deve sustentar cada uma das etapas do processo de desfraldamento, é a condição neuropsicomotora dos pequenos.

No ponto de vista biológico, a retirada das fraldas se torna possível entre os 18 e 30 meses. Mas não se deve definir o início do desfralde apenas pela idade. Ele depende muito da sucessão e do conjunto de competências da criança.

É algo que costuma acontecer sem limitações quando as chamadas da criança são respondidas. Sua autonomia tem que ser favorecida e os passos em direção ao fim das fraldas são tidos por ela e por seus cuidadores como conquistas dela mesma: cabe à criança reconhecer os sinais corporais de eliminação e retenção das fezes e da urina e aprender os comportamentos de onde fazer xixi e cocô.

Ao adulto cabe transmitir essas regras, ajudando a criança a reconhecer as mensagens do próprio corpo e apoiá-lo diante das dificuldades encontradas nesse complexo e gradual progresso.

  1. Tenha certeza de que a criança está pronta
  2. Providencie os equipamentos necessários
  3. Deixe seu filho se acostumar ao penico
  4. Sente-o no penico sem a fralda.
  5. Explique o processo e incentive
  6. Tenha muita calma na hora dos acidentes

Fonte: Revista Crescer.